16 de Dezembro, 2009
O que D’us uniu, o homem não separe, é uma frase que se ouve em todas as cerimônias de casamento não é mesmo… Mas essa frase deveria ser melhor explicada a meu ver, afinal ela é bem clara, “O que D’us uniu”, porém o que se vê por aí é uma grande confusão, pois ela coloca à prova a grande instituição do matrimônio, então se fala que há hoje em dia muitos casamentos desfeitos, mas eles só foram desfeitos porque não eram casamentos de fato. A verdadeira união não é acordada na terra, mas acordada no céu como bem diz a frase, logo teremos que ter um entendimento melhor de tudo isso. O amor não pode e nem deve ser um contrato e muito menos uma negociação entre Igreja e Estado, mas sim um acordo entre almas que se encontram a despeito de qualquer certidão feita na terra. O Amor zomba de todas essas formalidades humanas meramente burocráticas. O Amor entre um homem e uma mulher de fato é algo dado por D’us, e indissolúvel consequentemente, e é justamente isso que o torna perfeito.À medida que nos desprendemos das convenções e entendemos os aspectos mais significativos da nossa existência, soltamos as amarras do preconceito e enxergamos que o Amor está acima de todas as leis mundanas, porque Ele próprio é a lei e sem Ele nada existe de fato, então de fato reafirmo a frase: ─ O que D’us uniu o homem não separe!Patrícia Guaurino
Este texto foi escrito
por Dra. Patrícia Guaurino e está arquivado em Auto-ajuda.
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16 de Dezembro de 2009 às 11:36
Eu concordo com você ao afirmar que “o que Deus uniu o homem não separa”.
Recentemente, reencontrei o meu “Par perfeito”, a minha “Estrêla”, a minha “Jóia rara”, enfim, reenconrei o meu Grande Amor, depois de 30 anos, e acredito que este Amor me foi dado por Deus. Ele nos uniu novamente, mesmo após tanto tempo e tantos deesencontros.
Hoje eu estou muito feliz, vivendo momentos de pura paixão e quero ter um casamento de fato com esta pessoal, um casamento de união de almas…..para sempre.
17 de Dezembro de 2009 às 9:05
Querida,
Num casamento, mesmo na cerimônia dita religiosa (que re-liga), não é o padre ou pastor quem “realiza o tal casamento”, não!
O casamento é realizado pelos noivos, que a frente do Altar vão pedir a benção do celebrante, “intermediário de Deus” ( se é que existe isso)e ao mesmo tempo, vão expor à comunidade o que está já SAGRADO entre eles, os ditos noivos!
Logo, daí se diz: “O que Deus une pelo Amor ninguém separa!
Até por que o Elo de Amor é indissolúvel!
4 de Fevereiro de 2010 às 16:09
Oi querida, tenho 28 anos. Já vivenciei muitos relacionamentos. Estive preso, em tempos distantes, a dois deles.Olha, sinceramente achei que amava.Pensei que a razão que justificava minha aproximação dessas pessoas era o AMOR. Sinto dizer: estive por muito tempo enganado, iludido. Até que um dia, Deus me fez entender.A vida existe porque razões motivam sua existência. Da mesma forma o amor. Estive por muito tempo aprisionado a uma idéia fictícia, no entanto o que me restava era dissoluções e revoltas. Olha, hoje uso de minha maturidade, e vivo melhor. há dois anos encontrei uma joia rara. Ela é mais nova 10 anos, no entanto, estamos conseguindo escrever uma interessante história de amor. você falou que a união não é um contrato. Concordo com vc. A união entre um H e uma M é a COMBINAÇÃO de duas almas. Rssrsrsrsrsrsr, isto tem acontecido comigo. Sou Feliz. Amada, quando lí este seu artigo, muito me identifiquei com o assunto, por isto que registro aki meu depoimento. Um Abraaaaaaço. Xau!!!!
9 de Fevereiro de 2010 às 22:17
Estava navegando entre as páginas do Catálogo Antroposófico e encontrei a sua Clínica. Parabéns pela iniciativa. Eu estou em Juiz de Fora, Minas, com a Clínica Médica Antropospofica Vivenda Sant´Anna e o Hospital Antroposófico de Matias Barbosa.
Abraços cordiais
Antonio Marques