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	<title>Espaço Integrar</title>
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	<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 15:54:42 +0000</pubDate>
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		<title>Adoecer</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 15:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dra. Patrícia Guaurino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Homeopatia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quantos de nós assumimos a responsabilidade sobre nosso estado físico? Será que reconhecemos nossas atitudes constantes de autoagressão ao corpo? Nossa alimentação, nosso modo de vida&#8230; estamos indo de fato na direção dos cuidados com o corpo ? Então falemos sobre estes cuidados: comemos frutas e verduras muito mais do que proteína animal, caminhamos com calma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos de nós assumimos a responsabilidade sobre nosso estado físico? Será que reconhecemos nossas atitudes constantes de autoagressão ao corpo? Nossa alimentação, nosso modo de vida&#8230; estamos indo de fato na direção dos cuidados com o corpo ? Então falemos sobre estes cuidados: comemos frutas e verduras muito mais do que proteína animal, caminhamos com calma pela rua, estamos sempre tranquilos com nossos pensamentos&#8230;imagino que a maioria das pessoas deveria responder sim a essas três afirmações, mas pela minha experiência em consultório não é isso que ocorre. Estamos sempre nos agredindo de alguma forma, ainda que não nos demos conta disso. Então fica a pergunta: Até quando vamos continuar nos enganando e colocando a responsbilidade de nossa saúde na mão de pílulas e terapeutas. É claro que as pílulas são importantes assim como os terapeutas também, mas não são apenas eles os reponsáveis pelo nosso bem estar,mas sim um conjunto de coisas na maioria das vezes dentro de nós mesmos capazes de provocar uma grande transformação, e sem a disponibilidade desse encontro não poderemos chegar a lugar algum. Não podemos terceirizar a cura,pois ela é um processo lento e gradual de autoconhecimento no qual existe de fato apenas um único participante que somos nós mesmos no caminho da autodescoberta. O que fazemos então?</p>
<p>Que tal levarmos pra casa essa autoreflexão para analisarmos sem medo e sem culpa o que estamos fazendo de nossas vidas e como gostaríamos, a partir da conscientização de quem somos, de terminar a nossa história.</p>
<p>Patrícia Guaurino</p>
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		<title>A Mente</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 15:36:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dra. Patrícia Guaurino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Antroposofia]]></category>

		<category><![CDATA[Auto-ajuda]]></category>

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		<description><![CDATA[Se atentarmos para o fato de que a morte não encerra o nosso pensamento, se percebermos que o pensamento continua após a morte, veremos que a mente tem proporções muito mais amplas do que o aqui e o agora.  Quando dormimos parte de nossa mente acompanha o processo de inconsciência, há relatos  inclusive que alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman">Se atentarmos para o fato de que a morte não encerra o nosso pensamento, se percebermos que o pensamento continua após a morte, veremos que a mente tem proporções muito mais amplas do que o aqui e o agora. <span> </span>Quando dormimos parte de nossa mente acompanha o processo de inconsciência, há relatos<span>  </span>inclusive que alguns pacientes durante paradas cardiorrespiratórias se viram de fora do corpo sendo reanimados. Essa mente que se expande para fora do indivíduo tem uma participação fundamental em todo o processo desde o nascer até o morrer. Tudo leva a crer por intermédio de depoimentos dessas pessoas que passaram por reanimações, que o pensamento se adapta à nova realidade. <o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman">Quando falamos que todas as causas de doenças vêm de nossa própria mente, somos logo abordados com a pergunta: - E as doenças congênitas? Respondendo, as doenças congênitas advém também dessa mente ampla que agora se prepara para ocupar um novo corpo, agora com outros aspectos advindos do mundo espiritual, e acredite esse mundo espiritual a que me refiro aqui não tem nada a ver com nenhuma viagem mística de minha parte. A mente humana ainda é um território pouco compreendido e muito especulado, mas o fato é que nossa mente viaja por todas as dimensões, do sonho à vigília, e penetra por mundos muitas vezes ininteligível pela mente consciente. <o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman">Precisamos no entanto, observar mais e nos atermos ao fato de que somos os responsáveis por cada passo que damos, quer ele seja consciente ou não e tanto a doença como a saúde são de nossa plena responsabilidade. Nossa mente dotada de sentimentos e emoções é o comandante pleno do nosso corpo e não teremos êxito no processo de salutogênese sem trazermos a plena consciência para nossas próprias mãos.<o:p></o:p></font></span></p>
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		<title>A Terra Vive</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 23:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dra. Patrícia Guaurino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Antroposofia]]></category>

		<category><![CDATA[Auto-ajuda]]></category>

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		<description><![CDATA[  Segundo a Teoria do Caos, o bater das asas de uma borboleta no oriente pode desencadear um tufão que ocorre no ocidente, isso nos remete a consciência de que tudo, realmente tudo está interligado. O que fazemos ou dizemos reverbera em algum lugar. Atentemos para o movimento da pedra jogada num lago, as ondas  ressoam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman"><o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 14pt"><o:p><font face="Times New Roman"> </font></o:p></span><span style="font-size: 14pt"><o:p><font face="Times New Roman"> </font></o:p></span><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman">Segundo a Teoria do Caos, o bater das asas de uma borboleta no oriente pode desencadear um tufão que ocorre no ocidente, isso nos remete a consciência de que tudo, realmente tudo está interligado. O que fazemos ou dizemos reverbera em algum lugar. Atentemos para o movimento da pedra jogada num lago, as ondas<span>  </span>ressoam e geram movimentos de propagação, isso nos faz pensar que estamos ligados numa grande rede invisível e que realmente pertencemos a um único organismo, apesar de não termos mais a lembrança disso. Somos parte de uma mente maior, de uma energia que rege todas as coisas e portanto deveríamos entender que o deslizamento de Angra, o terremoto do Haiti, o tremor de João Câmara estão interligados e fazem parte de um mesmo processo. A terra é uma só e nós somos habitantes e colonizadores deste ser que gira no espaço, vive, respira e gera vida como a grama que pisamos e o alimento que nos nutre. <o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman">Acordemos ! A terra é um ser vivo e como tal precisa que despertemos para a realidade inevitável de que somos todos um.<o:p></o:p></font></span></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fespacointegrar.med.br%2Findex.php%2F2010%2F01%2F27%2Fa-terra-vive%2F&amp;linkname=A%20Terra%20Vive">Compartilhe este texto</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O Amor</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 10:31:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dra. Patrícia Guaurino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Auto-ajuda]]></category>

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		<description><![CDATA[ O que D’us uniu, o homem não separe, é uma frase que se ouve em todas as cerimônias de casamento não é mesmo&#8230; Mas essa frase deveria ser melhor explicada a meu ver, afinal ela é bem clara, “O que D’us uniu”, porém o que se vê por aí é uma grande confusão, pois ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt"><o:p><font face="Times New Roman"> </font></o:p></span><font face="Times New Roman"><span style="font-size: 14pt">O que D’us uniu, o homem não separe, é uma frase que se ouve em todas as cerimônias de casamento não é mesmo&#8230; Mas essa frase deveria ser melhor explicada a meu ver, afinal ela é bem clara, “O que D’us uniu”, porém o que se vê por aí é uma grande confusão, pois ela coloca à prova a grande instituição do matrimônio, então se fala que há hoje em dia muitos casamentos desfeitos, mas eles só foram desfeitos porque não eram casamentos de fato.</span></font><font face="Times New Roman"><span style="font-size: 14pt"> A verdadeira união não é acordada na terra, mas acordada no céu como bem diz a frase, logo teremos que ter um entendimento melhor de tudo isso. O amor não pode e nem deve ser um contrato e muito menos uma negociação entre Igreja e Estado, mas sim um acordo entre almas que se encontram a despeito de qualquer certidão feita na terra. O Amor zomba de todas essas formalidades humanas meramente burocráticas. O Amor entre um homem e uma mulher de fato é algo dado por D’us, e indissolúvel consequentemente, e é justamente isso que o torna perfeito.</span></font><font face="Times New Roman"><span style="font-size: 14pt">À medida que nos desprendemos das convenções e entendemos os aspectos mais significativos da nossa existência, soltamos as amarras do preconceito e enxergamos que o Amor está acima de todas as leis mundanas, porque Ele próprio é a lei e sem Ele nada existe de fato, então de fato reafirmo a frase: </span><span style="font-size: 14pt">─</span><span style="font-size: 14pt"> O que D’us uniu o homem não separe!</span></font><font face="Times New Roman"><span style="font-size: 14pt"><o:p></o:p></span></font><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman">Patrícia Guaurino<o:p></o:p></font></span></p>
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		<title>Vida</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 14:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dra. Patrícia Guaurino</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Enquanto nos perdemos em divagações sobre a existência, esquecemos o verdadeiro significado da vida, que é acima de tudo a entrega aos acontecimentos do dia-a-dia que nos testam e nos convidam a cada momento a acordar para uma nova consciência. São tantos os chamados, tantos são os apelos, mas na maioria das vezes não estamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia">Enquanto nos perdemos em divagações sobre a existência, esquecemos o verdadeiro significado da vida, que é acima de tudo a entrega aos acontecimentos do dia-a-dia que nos testam e nos convidam a cada momento a acordar para uma nova consciência. São tantos os chamados, tantos são os apelos, mas na maioria das vezes não estamos despertos e sucumbimos a nós mesmos, perdidos na loucura da nossa inconsciência. Somos autômatos que vivemos guiados por relógios, que nada mais são que miniaturas toscas de medidas de tempo falsas, que não medem emoções nem aquilatam o verdadeiro sentido do estar. Acordemos pois do sono profundo em que nos encontramos e passemos a olhar para o outro e para nós mesmos com a medida certa que é dada pelo amor que mede o verdadeiro tempo do coração, pois só esse sentimento verdadeiro será capaz de nos despertar do sono da inconsciência e trazer-nos ao verdadeiro sentido de estarmos VIVOS, como disse Oscar Wilde “Viver é a coisa mas rara do mundo, a maioria das pessoas apenas existe”, vivamos então!<o:p></o:p></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia">Patrícia Guaurino<o:p></o:p></span></p>
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		<title>O Caminho</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 12:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dra. Patrícia Guaurino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Antroposofia]]></category>

		<category><![CDATA[Auto-ajuda]]></category>

		<category><![CDATA[Homeopatia]]></category>

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		<description><![CDATA[
     Há momentos na vida em que nos deparamos com bifurcações em nosso  caminho e temos que fazer escolhas e exercer nossa maturidade, estes momentos podem ser momentos muito marcantes como uma doença, um acidente ou algo que gera um movimento de destruição do nosso antigo padrão de comportamento. Tais forças regem nossa alma para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman"><span></span></font></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"><o:p><font face="Times New Roman"> </font></o:p></span><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman"><span>    </span>Há momentos na vida em que nos deparamos com bifurcações em nosso <span> </span>caminho e temos que fazer escolhas e exercer nossa maturidade, estes momentos podem ser momentos muito marcantes como uma doença, um acidente ou algo que gera um movimento de destruição do nosso antigo padrão de comportamento. Tais forças regem nossa alma para que tenhamos a coragem necessária para promover mudanças.<o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman"><span>      </span>Qual a medida de um homem e no que ele se transforma pela sua vontade? O que é levar um homem aos mais altos fins da existência? É ferir seu livre arbítrio ou fazê-lo despertar, discernir o bem do mal e fazer a sua escolha?<o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman"><span>      </span>O caminho da cura já é percorrido quando a procura se instala, é certo que nem sempre existe a consciência da busca e em alguma instância, ainda que física, já começa a se processar o movimento do caminho. Ao nascermos, de alguma forma já começamos uma busca inconsciente pelo caminho de volta, a unidade com o eterno. Usamos ao longo da estrada muitos meandros , muitos atalhos para chegar a verdade, ainda que achemos uma trilha sombria e obscura, por ali perpassa a bifurcação da escolha pelo retorno. Sempre haverá dois caminhos e muitas escolhas ou poucas, ou paramos ou seguimos. À nossa alma importa a chegada , o objetivo e os meios que serão usados são vários, tantos caminhos, tantas possibilidades de aprendizado, tantos disfarces que muitas vezes diante da adversidade <span> </span>não nos damos conta do que há por trás do infortúnio. O vôo começa pela corrida na terra, pelas várias tentativas de alçar vôo. Diante do precipício sempre achamos que vamos cair, mas em algum momento alçamos vôo e vencemos o abismo e vemos do alto tudo pelo qual sofremos e constatamos o quanto era importante estarmos em terra<span>  </span>tentando, vivenciando as dificuldades do vôo. Às vezes é preciso a chuva para molhar a terra, é preciso a tempestade para lavar a cidade, e se o dilúvio for necessário para o despertar do homem, a vida lançará mão de tudo isso durante o caminho. A queda d&#8217;água é majestosa, mas o caminho percorrido pelo rio é sinuoso e antes da água chegar a seu objetivo ela toma força para se lançar para um de seus maiores objetivos, onde a cachoeira se faz presente, para depois de um longo caminho se entregar definitivamente ao mar e se reconhecer plena, sem fragmentações. E qual a diferença entre uma gota e um oceano? Depende do tamanho do corpo que está mergulhado ali. Para o germe a gota é o oceano&#8230;<o:p></o:p></font></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O que fazemos para superar nossas limitações?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 21:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dra. Patrícia Guaurino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Auto-ajuda]]></category>

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		<description><![CDATA[ Estamos aqui para evoluir, para passarmos de estágio, cada experiência dolorosa ou não, é um teste para que nos deparemos com questões pendentes da nossa alma. Na maioria das vezes reagimos com raiva e indignação quando achamos algo injusto pelo nosso prisma, e talvez até seja, mas a pergunta é: - Por que aquela situação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: 16pt"><o:p><font face="Times New Roman"> </font></o:p></span></strong><strong><span style="font-size: 16pt"><font face="Times New Roman">Estamos aqui para evoluir, para passarmos de estágio, cada experiência dolorosa ou não, é um teste para que nos deparemos com questões pendentes da nossa alma. Na maioria das vezes reagimos com raiva e indignação quando achamos algo injusto pelo nosso prisma, e talvez até seja, mas a pergunta é: - Por que aquela situação está ali? E o melhor de tudo isso , como vamos atuar diante daquela situação&#8230;Aí é que tudo faz sentido, porque se tudo fosse ótimo e maravilhoso, não havia porque estarmos aqui, a grande experiência é a transformação, na realidade devemos tentar superar nossas limitações para podermos transcender as questões menores do cotidiano, mas como essas questões menores nos pegam no contra-pé, perdemos o equilíbrio com muita facilidade, porque na maioria das vezes não estamos atentos, estamos desacordados, desavisados, andamos no piloto automático. O ego domina invade e manda ver em todas as nossas ações e reações, é claro que o ego precisa estar presente como prumo, mas não como estandarte, <span> </span>devemos avaliar sempre que nos lembramos de nós mesmos, porque na maior parte das vezes estamos esquecidos de quem somos e do que viemos aprender. Não quero com isso trazer a imagem judaico-cristã da culpa e muito menos traçar um paralelo pelo comportamento oriental, absolutamente, quero trazer a responsabilidade de nossos atos para nossas mãos e em vez de ficarmos culpando D’us por nossos infortúnios, devemos avaliar cada situação e cada pensamento, e através dessa análise paramos de ser tragados pela ilusão de que somos alguma coisa nesse grande cosmo. Somos poeira, mas que tal sermos <span> </span><span> </span>poeira consciente de sua real insignificância. <o:p></o:p></font></span></strong><strong><span style="font-size: 16pt"><font face="Times New Roman">Nos <span> </span>tornamos<span>  </span><span> </span>grande à medida que tomamos posse de nosso corpo, de nossa mente e de nosso espírito, e por favor quando falo espírito não estou falando em mística, pois espírito pra mim é consciência, é verdade e como diz Yogananda<span>   </span><o:p></o:p></font></span></strong><strong><span style="font-size: 16pt"><font face="Times New Roman">é estarmos despertos NELE para sempre, e para sempre deve ser todo dia na fila do ônibus, no banco, na rua, com o vizinho, na escola da vida, acordando todo dia de fato andando pelo caminho da verdadeira razão que é a consciência de si mesmo.<span>   </span></font><o:p></o:p></span></strong></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fespacointegrar.med.br%2Findex.php%2F2009%2F10%2F12%2Fo-que-fazemos-para-superar-nossas-limitacoes%2F&amp;linkname=O%20que%20fazemos%20para%20superar%20nossas%20limita%C3%A7%C3%B5es%3F">Compartilhe este texto</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Mapa do Seu Corpo</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 19:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dra. Patrícia Guaurino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Antroposofia]]></category>

		<category><![CDATA[Auto-ajuda]]></category>

		<category><![CDATA[Homeopatia]]></category>

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		<description><![CDATA[      Você já observou as partes do seu corpo? Por que sua mão é assim, por que seu pé tem um jeito, por que sua barriga é proeminente, por que a coluna tem algum desvio etc. Observe  que o corpo está cheio de sinais, além de rugas curvas, proeminências. O corpo traz a nossa história, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 18pt"><font face="Times New Roman"><span>      </span></font></span><span style="font-size: 18pt"><font face="Times New Roman">Você já observou as partes do seu corpo? Por que sua mão é assim, por que seu pé tem um jeito, por que sua barriga é proeminente, por que a coluna tem algum desvio etc. Observe<span>  </span>que o corpo está cheio de sinais, além de rugas curvas, proeminências. O corpo traz a nossa história, o nosso mapa, ele mostra como foi nossa vida até aquele momento, como agimos, como amamos, como somos. Devemos estar sempre atentos aos sinais para que interpretemos com a devida atenção, afinal as mensagens estão lá e qualquer bom leitor poderá ver os traços das mensagens enviadas.<o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 18pt"><font face="Times New Roman"><span> </span>Uma dor por exempo, nos dá sinais, e em vez de apenas tomar um analgésico, pare, pense, analise por que ela surgiu, o que trouxe essa dor , que tipo de barreiras, que tipo de<span>  </span>resistências surgiram antes de sua expressão; nada contra tomar um analgésico para dor, mas não tome sem antes se perguntar o que trouxe essa dor, que causas emocionais antecederam o problema físico, talvez depois que você tome consciência dela ela nem retorne e talvez o analgésico seja desnecessário. Se não for, tome seu medicamento, mas não deixe de pensar, de avaliar o porquê da dor. Avalie seus sentimentos, suas reações e acima de tudo, tome consciência de seu corpo, tenha pelo menos uma leve noção de si mesmo, acorde e tome consciência de que cada parte de seu corpo traz a história da sua vida. Tudo o que você fala, ouve e sente vai ficar impresso no seu corpo, porém é preciso que você aprenda a ler nas entrelinhas toda a sua história e ao se apoderar dela você consiga transformar aspectos ditos negativos em oportunidades<span>  </span>de aprendizado para sua vida.<o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 18pt"><font face="Times New Roman">As marcas deixadas pelas vivências são fluxos de sentimento gravadas<span>  </span>no corpo formando um histórico da emoção. Esse histórico não fica apenas impresso no corpo, mas registrado na mente, fisicamente como estímulo neural. O neurônio marcado por uma vivência anterior quando estimulado por qualquer outro estímulo semelhante reage, gerando uma sensação desagradável ou agradável dependendo do tipo de memória anteriormente registrada. Observe atentamente as marcas de seu corpo, e analise com carinho suas dores, suas formas, porque eles retratam os caminhos trilhados pela sua alma.<o:p></o:p></font></span><o:p><font size="2" face="Times New Roman"> </font></o:p></p>
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		<title>E Por Falar em Amor</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 16:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dra. Patrícia Guaurino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Auto-ajuda]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo venho analisando a atitude das pessoas em relação ao amor, um sentimento que a mídia e as pessoas de um modo geral banalizaram. O amor não é apenas um sentimento,  mas uma energia poderosa que tem o poder de revelar de curar, de transformar. Os Cabalistas falam que toda oração pronunciada com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 18pt"><font face="Times New Roman">Há algum tempo venho analisando a atitude das pessoas em relação ao amor, um sentimento que a mídia e as pessoas de um modo geral banalizaram. O amor não é apenas um sentimento, <span> </span>mas uma energia poderosa que tem o poder de revelar de curar, de transformar. Os Cabalistas falam que toda oração pronunciada com devoção Kavaná promove milagres, Jesus que era um grande Cabalista, com certeza o maior de todos, falava desse Amor que promovia transformações, removia montanhas, mas as pessoas não entenderam nada sobre essa energia e então ela foi<span> </span>desperdiçada <span> </span>de forma inconseqüente. Se atentarmos para a Magia do Amor veremos <span> </span>que os eruditos esotéricos sabiam muito mais do Amor como Energia Cósmica do que se pode imaginar, eles utilizavam essa poderosa ferramenta para alcançar grandes feitos, o problema é que toda esse conhecimento alquímico se perdeu junto com os textos apócrifos que a igreja católica destruiu, mas creio sinceramente que ainda podemos resgatar esse conhecimento dessa maravilhosa energia que brota de dentro de nós, basta que nos sintonizemos com a Energia Cósmica do Amor, afinal todo Homem e toda Mulher é uma Estrela, segundo a Lei de Thelema, precisamos apenas nos conscientizar de nossa natureza Divina e nos conectarmos com a Consciência Cósmica que habita dentro de nós.<o:p></o:p></font></span></p>
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		<title>Os ciclos são de 9 anos e não de 7 como se pensa&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 15:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dra. Patrícia Guaurino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Auto-ajuda]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho observado que as mudanças não ocorrem a cada sete anos, porém elas se encerram a cada ciclo de nove anos, Na numerologia o número 9 é igual a zero, e nesse momento é como se zerássemos tudo para uma nova contagem, se atentarmos para o fato de que uma pessoa aos 09 anos está terminando seu 1°ciclo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">Tenho observado que as mudanças não ocorrem a cada sete anos, porém elas se encerram a cada ciclo de nove anos, Na numerologia o número 9 é igual a zero, e nesse momento é como se zerássemos tudo para uma nova contagem, se atentarmos para o fato de que uma pessoa aos 09 anos está terminando seu 1</span><span style="font-size: 14pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">°ciclo de aprendizado</span><span style="font-size: 14pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'"> ela inicia outra sequência de experiências, aos 10 anos quando estará entrando num novo ciclo, aos 11 anos estará no 2</span><span style="font-size: 14pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">°ano do 2° ciclo e a cada 9 anos estes ciclos se renovam. Cada</span><span style="font-size: 14pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'"> ciclo gera aprendizados e experiências cada vez mais complexas para nossa alma. A medida que estamos ACORDADOS de fato e aprendemos com os nossos erros, as experiências vão mudando, porém se isso não acontece, não somos reprovados mas levamos as pendências para a próxima fase e muitas vezes os problemas se repetem como um disco arranhado contando sempre a mesma história, podemos com isso repetir erros que se perpetuam em nossas vidas ou aprendermos com eles e os superarmos. Neste momento então nos livramos de mais uma casca  (Klipá em hebraico) e com isso passamos por uma transformação. A cada transformação nos libertamos de algumas amarras, e seguimos num caminho de evolução. Precisamos no entanto ter a coragem de transformar, de ultrapassar cada fase sem pendências, para que possamos chegar ao final da viagem aqui na terra certos que percorremos um belo caminho</span></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fespacointegrar.med.br%2Findex.php%2F2009%2F07%2F24%2Fos-ciclos-sao-de-9-anos-e-nao-de-7-como-se-pensa%2F&amp;linkname=Os%20ciclos%20s%C3%A3o%20de%209%20anos%20e%20n%C3%A3o%20de%207%20como%20se%20pensa%26%238230%3B">Compartilhe este texto</a></p>]]></content:encoded>
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